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No próximo dia 3 de outubro teremos de escolher nosso maior governante (Presidente da República), o governador do Estado e aqueles que serão nossos representantes (senadores e deputados federais e estaduais) perante as casas (Congresso Nacional) onde são decididas questões de fundamental importância para nossas vidas (direitos e deveres, tributos e suas aplicações, liberdade, limitações e proibições, etc.). Estaremos assinando uma procuração e afirmando que nossos candidatos são pessoas de boa índole, pessoas sérias e responsáveis, pessoas nas quais confiamos e que podem perfeitamente defender nossos interesses.
É lamentável que alguns irmãos ainda prefiram continuar na neutralidade, perpetuando o pensamento de que a igreja não deve se posicionar quanto à política. Fato é que por diversas vezes ouvimos irmãos reclamando dos políticos e das leis que “ameaçam” nosso credo, a exemplo do PL 122/2006 – que trata de reivindicações de homossexuais.
http://www.senado.gov.br/publicacoes/diarios/pdf/sf/2006/12/14122006/38854.pdf
Devemos orar, e muito, mas também devemos votar e escolher pessoas que demonstrem interesse na justiça social, que apresentem propostas coerentes com a necessidade e realidade da nação e que sua postura e histórico possam validar a veracidade e objetividade de suas propostas. Lembrando de que não basta que seu candidato seja “crente”, mas é necessário que seja temente a Deus e que seu trabalho político seja íntegro... complicado escolher alguém?
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